Na
semana próxima passada o preço internacional do petróleo caiu ao seu mais baixo
nível nos últimos 20 anos e as consequências tem sido devastadoras. Nos Estados
Unidos, dezenas de produtores estão em quebradeira total. Na Venezuela, a
situação política e econômica é caótica. No Brasil, Petrobrás vive dias
crucias no todo da economia nacional. Na Arábia Saudita, a economia está em um
quadro recessivo. Na Rússia, há quase dois anos que está vivendo um quadro
dramático por causa das sanções econômicas dos Estados Unidos e seus países
incondicionalmente aliados.
O
petróleo visto anteriormente como fator de grandes bonanças para o mundo todo,
tornou-se um devastador econômico de grandes e pequenas nações. O leilão da
Bolsa de Valores da China, as bolsas norte-americanas, brasileiras e de vários
outros países sofreram queda violenta.
O
grande economista Joseph Stiglitz esteve no Brasil e criticou o comportamento
da União Europeia em relação à crise muito grave que vive a Grécia. O prêmio
Nobel de Economia de 2001 criticou as consequências do comportamento
norte-americano pela queda de um grande banco nacional em 2008.
O
Egito e a Síria estão passando por uma situação crítica, política e
economicamente. O Estado Islâmico é um dos fatos mais deploráveis da história
universal. O Israel e a Palestina ainda mantêm conflitos catastróficos. O
Iraque apresenta cenário de terríveis conflitos internos e de fatores de
calamitosas violências externas. Lamentavelmente, a destruição e a
autodestruição na maior parte do mundo são temas que exigem enfoque e análise
praticamente cotidianos.
Por Sonlly Contreras.


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